Funcionários ou Colaboradores

O termo colaborador apareceu na década de 90 em grandes corporações, que perceberam a importância do funcionário no crescimento das empresas. Na época algumas ações foram tomadas na busca de soluções internas. Utilizaram sugestões, para detectar pontos fracos a serem melhorados, fortificaram os setores de recursos humanos, oxigenaram o quadro de funcionários com a contratação de profissionais que vinham do mercado com novas culturas, técnicas e visões. Foi a partir deste momento, que aconteceu a mudança da nomenclatura funcionário, para Colaborador.

Esse termo está relacionado à troca de informações e experiências dentro das organizações. As pessoas se reúnem para buscar soluções, encontrar novas saídas para eventuais problemas. Hoje sabemos que somos todos colaboradores e que as empresas esperam de nós, “renovação”. Por isso o objetivo de cada colaborador será sempre o de aperfeiçoando-se constantemente, dessa forma, a parceria poderá ser duradoura.

O que garante a permanência de um colaborador em determinada empresa, é sem dúvida nenhuma, o grau de contribuição que o profissional exerce dentro da organização. Se esse grau for diminuindo e os problemas crescendo, com certeza a primeira atitude da liderança, será a substituição deste profissional. A pró-atividade, ou seja, a atitude e a criatividade são as peças mais importantes para se manter empregado.

Por Marcelo Salvo

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O Substituível

É comum ouvirmos dentro das organizações que todos os colaboradores são substituíveis. Muito embora eu não concorde com essa teoria, se ela for verdadeira eu acredito que só se aplique ao mundo corporativo. No esporte e na arte não encontramos substitutos para a maioria dos grandes atletas, poetas, escritores, atores, músicos, cantores, pintores, escultores, entre outros.

Algumas expressões aparecem do nada, ditas por alguém, em alguma ocasião, por algum motivo desconhecido, e caem no modismo empresarial. Talvez o caso do “substituível” se enquadre nisso.

Eu não me refiro neste artigo ao profissional demitido, pois nem sempre aquele que é demitido é um profissional ruim. Aliás, são poucos os profissionais de qualidade que nunca foram demitidos.

O “substituível” em minha opinião é aquele que faz tudo igual todos os dias, quem não utiliza a sua criatividade para mudar, renovar e superar cada situação. É aquele profissional que não tem carisma, que não traz resultados para sua empresa e nem para ele próprio.

O “substituível”, sem dúvida, é aquele que não trabalha por amor e com amor. Ele simplesmente faz a coisa que deve ser feita, sem se comprometer com nada e com ninguém. Esse profissional denigre a imagem dos outros que, apesar das limitações, vivem buscando alternativas para cada ação.

Em uma visita a Búzios com a minha família, no Rio de Janeiro, surgiu esse assunto e resolvi escrever este artigo. Não me considero substituível, considero que o que faço hoje pode ser feito por várias pessoas e que cada um tratará o problema de um modo, podendo ou não resolvê-lo.

O que nos difere é com que rapidez, envolvimento e compromisso conseguimos sair de cada situação.

Pense nisso e não se deixe enganar pelo modismo.

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Brilhantismo

O brilhantismo consiste em ser diferente, arriscar-se em suas atitudes, colocando em prática o conhecimento adquirido.

Toda pessoa brilhante é, sem dúvida, uma pessoa de sucesso. Einstein disse um dia: “A mente que tem uma grande ideia jamais volta a ser com era antes“.

Tanto uma pessoa como uma empresa brilhantes têm como característica principal superar seus oponentes, não só pela sua criatividade e luta à concorrência, mas pela rapidez nas ações de mudanças. Aprender com os nossos erros e também com os erros dos outros é, com certeza, o maior gesto de crescimento e reflexo do brilhantismo.

O brilhantismo está em fazer o ruim ficar médio, o mediano ficar bom, o bom se transformar em ótimo, e o ótimo se tornar extraordinário. Buscar a excelência é o objetivo de todas as pessoas brilhantes, pois eles não se limitam à situação do momento, eles correm para ultrapassar seus limites e o limite de quem os acompanha.

Cada vez mais buscamos pessoas brilhantes que sejam nosso porto seguro, para nos espelharmos, nos referenciarmos, para colocá-los como modelos aonde queremos chegar. Usamos de suas experiências de vida para exemplificar nossos sonhos e desejos.

Atualmente, o mundo faz muito pouco para agradecer as pessoas brilhantes. O mundo cria premiações, estatuetas de homenagens e bustos colocados em praças e museus. Muitos mestres brilhantes morreram sem serem evidenciados, muitos passaram fome, muitos viveram uma vida simples para se dedicar ao que mais gostavam de fazer. O mundo virou as costas para essas pessoas e hoje muitos querem compensar os erros, fazendo agradecimentos em público ou em datas comemorativas.

Minha mensagem para as pessoas brilhantes é que continuem fazendo o seu melhor, pois isso será sempre uma realização para todos nós. Quanto ao mundo, peço que comecem a valorizar o que realmente tem valor: remunerem bem quem deve ser remunerado; não deixem de premiar, agradecer e evidenciar o brilhantismo de uma determinada pessoa com medo de magoar quem não é brilhante; nem sempre o dinheiro é a principal forma de premiação, mas a pessoa brilhante tem por direito viver brilhantemente.

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