Assim Caminha a Humanidade

No Mundo Corporativo existe uma realidade muito particular, a procura de profissionais qualificados é constante e a hospedagem de pessoas desqualificadas se tornou a alternativa mais barata, de fácil condução.

As organizações necessitam de bons profissionais, com conhecimentos acima da média e que gerem excelentes resultados.

Infelizmente ao participarmos de processos seletivos, somos inseridos em um jogo inexplicável, pois as empresas sonham com grandes contratações, cobram dos currículos e exploram nas entrevistas pontos positivos que ao serem confirmados, despertam indecisões e muitas vezes desconfiança, surgindo enormes questionamentos como os citados abaixo:

- Se este profissional é tão bom, por que está desempregado;

- Quem demitiria um profissional tão qualificado;

- Com esse currículo, ele pode tomar o meu lugar;

- Um profissional assim, não vai querer ficar por um salário menor ao que ganhava no emprego anterior;

- Esse profissional vai ser difícil segurar, vai se desmotivar e procurar outro emprego com certeza;

- Esse profissional vai querer crescer rápido demais;

- Não temos posição para colocar uma pessoa assim, tão qualificada;

- Esse profissional é muito mais do que a vaga exige.

Inúmeras preocupações que surgem ao se encontrar um profissional altamente capacitado definem um mundo corporativo ainda frágil pela insegurança e pela forma deficiente de se avaliar com precisão.

Hoje o profissional com muita qualificação, é procurado somente no papel, às maiorias das empresas estão em busca de profissionais que não coloquem em risco o clima organizacional e que ao serem contratados aprendam e cresçam junto com a organização, sem vícios e planejamentos imediatistas.

As empresas preferem optar por estagiários, trainees ou pessoas com no máximo 30 anos de idade, que teoricamente estão querendo mais aprender do que ensinar e, além disso, dispõem de tempo para esperar as oportunidades surgirem.

Esse tipo de pensamento gera um grande risco para as organizações que hoje buscam resultados imediatos e ao optarem por profissionais de baixa qualificação, percebem que o tempo e a receita financeira que a empresa perde ou deixa de ganhar ao se tentar qualificar esse profissional, talvez a faça retardar seu crescimento em relação à concorrência.

A solução seria realmente arriscar, o profissional que quer crescer, tem de ser diferente, a empresa que busca resultado, não deve jamais se contentar com pouco.

Lógico, que cada empresa tem sua cultura, processos, procedimentos e, além disso, existe um tempo para a adaptação do profissional.

Se as empresas passarem a remunerar os profissionais mais experientes visando à meritocracia, comissões ou premiações por resultados atingidos farão criar uma expectativa muito boa para esses profissionais, ao ponto deles não procurarem outras oportunidades e sim se dedicarem para a empresa que estão trabalhando, dessa forma todos saem ganhando.

Não tenho a intenção de generalizar, pois existem pessoas que realmente vivem seus ideais, seguem seus princípios e nunca cairão na teia de um sistema que vivemos em todas as corporações. Mas por que a concorrência desleal entre as pessoas ainda é uma constante no mundo organizacional? Que problema é esse que a maioria dos Rhs não consegue extinguir?

Em um mundo competitivo, as pessoas ou se adaptam à cultura da empresa ou são demitidas, e isso é fato, mas existe um grande problema interno onde não é só a cultura da empresa que rege a corporação e o futuro dos colaboradores, o problema é a cultura individual de um gestor ou de vários gestores juntos, sem dúvida esse é o fator mais prejudicial e complexo que existe em todas as empresas do mundo, principalmente nas empresas familiares. Essa cultura individualista e rígida faz com que pessoas sejam demitidas ou saiam por conta própria, por causa de seus chefes.

A frase “seja um exemplo“ ou “o líder é o exemplo” são verdadeiras, pois basta alguns meses dentro de seu novo emprego para o novo colaborador entender exatamente o que é certo e errado dentro das organizações.

Seja para o lado negativo ou para o lado positivo, quando um novo funcionário entra em uma empresa e percebe que chegar no horário certo é algo não praticado pela maioria, eles se  ajustam e aos poucos chegam em qualquer horário, acreditando que estão agindo corretamente.

Se ao perceberem que evitar custos dentro do ambiente de trabalho é utopia, passam a desperdiçar sempre, sem dó nenhuma.

Ao detectarem que os chefes falam mal de tudo e de todos, automaticamente passam a falar nas rodinhas sobre pessoas que não conhecem e de coisas que não veem.

Se a meta é algo ilusório dentro da corporação e ninguém se preocupa com isso, por que eles se preocupariam com uma coisa tão banal?

Um cliente que é mal tratado por um supervisor ou gerente, com certeza será mal tratado pela maioria dos funcionários, e esse tipo de atendimento virará cultura da empresa se praticado diariamente e por um longo período de tempo.

Se o mundo corporativo em todos os locais é assim, quem seria louco em mudar? Quem seria louco em falar sobre isso?

Podemos ouvir frases como “Está dando certo”, ou “Se quiser mudar, mude sua empresa, não a dos outros” ou ainda “Time que está ganhando não se muda”.

Sendo assim, alguns  profissionais, pedem demissão e abrem suas empresas cansados de tudo isso, ao crescerem, eles sozinhos não conseguem administrar as suas empresas e começam a contratar funcionários que vem do mercado de onde eles próprios saíram, funcionários que tem os mesmos vícios, problemas, éticas que eles abominavam e sabe o que acontece ?

A empresa vira tudo àquilo que ele nunca quis, tudo que abominou e que o fez sair e montar a sua própria empresa.

O empresário não terá mais tempo de cuidar de tudo e de todos, em certo momento não perceberá mais os erros e problemas internos, acreditará em algumas pessoas, será obrigado a delegar a liderança, ele estará preocupado com a estratégia da sua organização, com o seu crescimento e os impostos, sendo assim, a empresa que deveria ser modelo, pois foi criada com objetivos bons e sem vícios, volta para zero.

Por causa desse ciclo, as pessoas ficam perdidas, indecisas, são prejudicadas, cometem erros, mentem para manter emprego, mentem ganhar negócios ou para não serem expostas, passam por cima uma das outras, duvidam de pessoas, não acreditam em melhoria, tem medo, não confiam, generalizam comportamentos, as pessoas demitem e são demitidas.

Essas práticas seguem totalmente contra tudo o que se aprende nas faculdades, livros, revistas, palestras, treinamentos  e coachings. Elas são contra o que vislumbramos ao entrar em um novo emprego e contra o que sonhamos para nossas vidas.

Por esse motivo, descobrimos que mesmo vivendo com essas pessoas muito mais do que vivemos dentro de nossas próprias casas, fazemos pouquíssimos amigos em uma empresa, poucos colegas e muitos adversários, também podemos avaliar que não são as empresas culpadas por isso e sim as pessoas que trabalham nelas fazendo seu próprio ambiente.

O Mundo em que vivemos

Como podemos julgar políticos que ao entrarem nos seus postos após serem eleitos, se tornem pessoas totalmente diferentes? Corruptos e inimigos do povo.

Vivemos acreditando que os esquemas, sistemas, fraudes e corrupções serão finalizados a cada eleição e ao percebermos depois de 4 anos de mandato que nada disso acontece, nos acomodamos e esperamos as próximas eleições, infelizmente esse dia nunca chega e os mais espertos, se candidatam e tentam entrar neste mundo maravilhoso de realizações dos sonhos e status.

O mundo se tornou assim, um lugar para poucos entendedores, para diplomatas, pessoas que conseguem ter duas ou três faces, uma para cada situação.

O correto para esse mundo é educar os filhos para destruir e não para construir, pois se forem educados para construir, eles serão destruídos.

Um mundo que não nos garante aposentadoria justa depois de 35 anos ou 40 anos de trabalho, mundo onde as pessoas fazem concursos públicos para terem estabilidade de emprego e receberem o salário integral na aposentadoria, os funcionários públicos podem tratar o contribuinte da forma que quiserem e ainda ser considerados pela lei autoridades no exercício de seus trabalhos.

Por terem passado em um concurso, podem entrar no trabalho atrasado, sair mais cedo, não respeitar o chefe, tirar varias licenças em um único ano, ter o direito de se afastar da função por tempo indeterminado, trabalharem em outras empresas e depois de anos voltarem a assumir a mesma função para se aposentar e usufruir dos benefícios.

Que mundo é esse?

Que para ter um plano de saúde, devemos abdicar de prazeres por toda nossa vida e comprometer uma grande parcela do nosso salário, depois de ter pago impostos altíssimos que deveriam ser direcionados para a saúde?

O governo cobra por isso, mas não nos oferece um sistema de saúde competente, após a aposentadoria, só nos resta rezar para que alguém nos ajude a pagar um plano ou que nenhuma doença não nos acometa.

Que mundo é esse?

Que para ter uma casa própria, precisamos nos desdobrar, rezar e contar com a sorte, não somente com o trabalho, não somente com o esforço e nem somente com a determinação de poupar?

Que mundo é esse?

Onde nossos sonhos e princípios podem ser limitadores para nosso crescimento?

Que para ter qualificação reconhecida, precisamos comprometer pelo menos 40% do salário durante a vida toda para faculdade, pós graduação, MBA? E isso ainda não nos diferencia dos outros.

Que mundo é esse?

Que para ter o básico na vida e manter o emprego, precisamos fechar os olhos para muitas coisas, ver pessoas boas serem mal tratadas e demitidas injustamente, ver o barco afundar, ver a falsidade e hipocrisia reinar?

Um mundo que nos faz perder a dignidade moral e princípios adquiridos em nossa criação, por dinheiro, cargo, status e poder.

Que mundo é esse?

Onde todos se julgam no direito de passar com o carro por cima dos pedestres e o pedestre se julga no direito de parar na frente dos carros, usando uma lei mal formulada e adequada para um país que nunca teve algo igual para discutirem sobre o assunto?

Que mundo é esse?

Onde todos nós somos pedestres até que possamos subir em um carro e somos motoristas até que desçamos dos carros e nos tornemos pedestres?

Onde está o bom senso de todos? Podemos ser educados e educadores, é isso que nos fará crescer e transcender qualquer dificuldade ou rivalidade.

O mundo corporativo é reflexo do mundo que vivemos fora, ele não é um mundo diferente, é apenas um espelho.

Ninguém é melhor do que ninguém, apenas podemos ser mais eficientes onde nos propusemos ser, pois a concorrência é saudável e importante, com ela aprendemos o novo, mudamos o que está errado, corrigimos falhas e nos moldamos com base no outro.

Que mundo é esse?

Que vemos ruir? Que fomos destruindo no decorrer dos anos, que não nos importamos com os outros, que vivemos apenas em nosso mundo limitado até cairmos em um poço, sabe-se lá por qual motivo e sendo assim procuramos ajuda, a mesma ajuda que não demos para quem precisava.

Este mundo é sem face definida, pois existem múltiplas faces inseridas nele, um mundo transformador e transformado, mas o ponto motivador, é que ele é mutante e sendo assim, podemos juntos muda-lo a qualquer momento, inclusive agora se quisermos.

Um ser evoluído, é um ser que sabe o que é certo e errado, é um ser que teve uma educação familiar e em seguida uma educação acadêmica com base na justiça para a humanidade.

No Brasil, o índice de pessoas que conseguiram completar um curso superior, aumentou de 4,4% (2000) para 7,9%(2010), e com certeza aumentará mais no próximo senso, mas esse aumento é fruto do esforço e da necessidade de cada brasileiro, pois os governantes pelo contrário, tendem a dificultar as coisas na educação, propositalmente eles querem pessoas menos esclarecidas, que não pensem em discutir assuntos que antigamente  a população deixava passar despercebido por falta de conhecimento, por medo, falta de acesso ou por falta de atitude.

Hoje o fácil acesso às informações já fez com que parte do povo mudasse neste sentido, mas mesmo assim, continuamos passando por isso, somos um povo acomodado pela situação, mesmo em momentos difíceis, pois o brasileiro quando está trabalhando, consegue pelo menos comer, fazer suas prestações e pagar um aluguel na periferia, além disso, ainda existe muito medo do reflexo que uma revolução civil poderia trazer para um país tão bom quanto o Brasil ou a ruína que poderia chegar para que o país se levantasse mais estruturado. E é nisso que o governo se apega, no pensamento pequeno dos brasileiros e na injusta divisão de renda. Dividi-se a renda injustamente e as necessidades serão diferentes, ou seja, as pessoas agem pelos benefícios próprios.

País capitalista é assim, até nisso o governo pensa, tendo a divisão de renda discrepante, o próprio povo nunca irá se organizar 100% para lutar por direitos e benefícios, pois esses são totalmente diferentes.

O Brasil nunca foi um país corajoso, é um país que vibra , luta, cresce e de muitos talentos em todos os ramos de atividade, mas somos individualistas, nos igualamos aos americanos, aliás copiamos as coisas boas e ruins deles, a maioria da população não se dá valor, não estamos preparados para uma guerra ou revolução civil, queremos os feriados para aproveitar as praias, os churrascos e as cervejas, queremos os finais de semanas e as férias para viajarmos, queremos ser felizes independente da felicidade dos outros.

O índice de pessoas mais esclarecidas aumenta cada vez mais, talvez em +ou- 10 anos as coisas mudem, talvez surja um mártir, um líder político que enfrente de verdade as atrocidades políticas que existem que não tenha medo de morrer e termine com a corrupção a ponto de mudar ou curar o câncer deste país.

Não é fácil ser esclarecido, ter cultura te faz pensar mais, sua própria mente lhe cobra coisas que você faz e não acha justo, te faz indagar sobre alguns protocolos, regras, processos, procedimentos, jogos emocionais, política em todos os lugares, sobre ética, respeito e te tira da normalidade, te faz pensar sobre coisas bacanas que estudamos e aprendemos e que nunca conseguimos colocar em prática, pois o Brasil vive um reality show 24 horas e convive com a máfia em todas as comunidades de ricos e pobres, se você não se enquadrar, estará fora em pouco tempo.

Brasil é sinônimo de crescimento, talento, prosperidade, energia, amor, carinho, vontade, fé e perseverança. Quem sabe na próxima década, talvez em 2020 tudo será diferente, pessoas votarão nas eleições pela internet, sem sair de casa ou do trabalho, algumas nem se submeterão a fazer isso, pois o voto não será obrigatório, nascerá uma nova geração de políticos, existirão cada vez mais grupos protestando por uma lei mal feita, por uma má atuação dos policiais, pelos estupros, sequestros, pedofilia, assassinatos, leis serão refeitas por estarem ultrapassadas, como em toda evolução de um país, um líder aparecerá para iniciar isso e mudará quase tudo.

Caso contrário, o Brasil será dominado totalmente por todo tipo de leis e regras que degradarão uma civilização inteira, seremos submetidos a tantos impostos que poucos poderão pagar por eles e terão com o tempo que entregar seus bens, casas, carros e pertences para quitar dívidas com o governo, seremos monitorados por câmeras, chips a ponto de não podermos fazer nada sem sermos vistos.

A nova geração que poderá se chamar H, K, Z ou W, seja qual for, terá de escolher entre um país de um povo evoluído ou um país evoluído tecnologicamente para benefícios governamentais, deixando visíveis diversas máfias hoje existentes e que ainda estão ocultas por interesses políticos.

Como seguir o caminho certo? Será que podemos mudar o futuro? Alterar o nosso destino?

Todos nós vivemos, dando muito mais importância para bens materiais e causas próprias, na maioria das vezes pensamos mais no que foi feito, do que, o que deixamos de fazer e alternamos entre o medo e a ansiedade pelo novo.

Muitas oportunidades nós deixamos passar, outras, nos apegamos com tanta emoção e energia que nem sabemos o motivo. Quem poderia nos dizer se tudo isso já não faz parte da nossa missão?

Quem saberia explicar, quantas mudanças existiriam, se aceitássemos o que rejeitamos ou rejeitássemos o que aceitamos?

Sabemos que viemos para esse mundo, por algum motivo, talvez para ajustar contas, corrigir erros de outras vidas ou de nossos antepassados, algumas pessoas não compartilham dessa mesma visão e acreditam que viemos e partiremos deste mundo, focados simplesmente na vida material, quando morrermos tudo acabará.

Mas quem estará certo? Para os espiritualistas, sofremos uma lavagem cerebral a cada reencarnação, para que comecemos uma nova vida de erros e acertos, até que purifiquemos de vez nossas mentes e ações.

Um jogo que talvez não tenha fim, uma dúvida para alguns e certeza para outros, acredito que devemos agradecer, pelo simples fato de podermos estar aqui, vivendo, presenciando, aprendendo, dividindo, ajudando, tendo outra oportunidade.

Nesse mundo, vemos coisas certas darem errado e coisas erradas dando certo, pessoas boas sofrendo mais do que pessoas ruins e uma hipocrisia reinando em todas as sociedades.

Uma rivalidade sem fim e motivo, culturas, costumes e idiomas tão diferentes, regras, leis e políticas distintas em todo o mundo, mas nada disso faz com que os erros não se repitam, os preconceitos, religiões, racismo e distribuição de renda. A busca dos objetivos é parecida, felicidade, dinheiro, riqueza, amor, bom emprego e amizades.

Empresas que pareciam nunca quebrar, quebraram;

Pessoas que pareciam fortes enfraqueceram;

Países de primeiro mundo intocáveis se tornaram vulneráveis;

Cidades belas são devastadas por catástrofes da natureza;

Corrupção e bandidagem assombram o planeta;

O ser humano busca a felicidade, se protegendo de outros seres humanos, pensando unicamente em si e nos seus.

Mas quem disse que todos tem a obrigação de serem felizes?Quem disse que a felicidade é o segredo de um mundo melhor? Quem falou que pensando unicamente em nós mesmos podemos cumprir com a nossa missão na terra?

Quem poderia nos dizer se a felicidade para sempre, somente acontecerá no momento em que todas as pessoas do mundo conquistem-na e para isso todos os seres humanos precisarão se ajudar, para que isso aconteça.

Por que será que mesmo as pessoas tendo consciência e acesso as informações, ainda preferem agir errado?

Um futuro, todos nós teremos, só não temos como defini-lo e reconhecê-lo antes da hora, pra mim o futuro é amanhã, ao acordar amanhã, terei que começar a realizar tudo que sonhei.

O futuro nós podemos mudar com atitude, determinação e perseverança, não podemos ter medo do novo, ele pode ser a grande válvula propulsora de nossas vidas.

Quanto ao destino, jamais poderemos mudar, ele é a esperança, a motivação, muitas coisas podem acontecer de uma hora para outra e que estão fora de nosso alcance e poder.

Viver é o maior bem do ser humano, assim podemos esperar tudo do destino, desde o pequeno se tornar grande, como um triste final, se tornar um grande recomeço.

Por Marcelo Salvo

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Sustentabilidade

Sustentabilidade é a condição para algo ou alguém existir, é um procedimento que previne o desgaste ou corrige a utilização indevida de alguma coisa, é um processo que dá continuidade ou conserva um produto, serviço ou profissão.

Manter sustentável uma profissão é uma responsabilidade dos empreendedores de visão e dos líderes de sucesso.

Viver com foco na sustentabilidade do planeta, está sendo uma das metas de algumas organizações, governos e pessoas, mas sinceramente está muito aquém da verdadeira necessidade do mundo.

Em relação às profissões, elas precisam ser sustentáveis, pois a forma de mantê-las, a atualização da mentalidade dos profissionais e a visão com que gostaríamos que as pessoas tivessem, farão a diferença no futuro dos produtos e serviços de cada organização.

A criação de programas de treinamentos, atualizações constantes e debates sobre cada particularidade dessas profissões, ajudarão com certeza na busca incansável do aperfeiçoamento.

Na década de 1990, surgiram rumores que a profissão de vendas seria extinta com o surgimento do telemarketing, o profissional que eu gostaria de me tornar, perdia espaço.

Com o passar do tempo, tudo o que se falava caiu por terra, principalmente pela falta de preparo dos call centers, pois se naquela época os treinamentos fossem mais efetivos e constantes para as equipes de telemarketing, tudo o que se falava poderia se concretizar realmente.

Mas praticamente nada foi feito em relação aos treinamentos, e por incrível que pareça, criou-se várias consultorias, mas tudo muito genérico, nada específico para cada setor, os antigos vendedores da época que abominavam a reciclagem, passaram a procurar atualização para manter seus empregos, virando o jogo definitivamente.

Resultado, o setor de telemarketing perdeu terreno e os vendedores ganharam moral, se destacando neste mercado competitivo.

Não existirá sustentabilidade profissional, se não existir consciência profissional, o mundo globalizado cada dia mais está exigindo profissionalismo, competência, comprometimento e determinação, por que será que quando falam de sustentabilidade dos recursos naturais, não citam também a sustentabilidade das profissões?

Dependerá de nós mantermos nossas profissões sustentáveis.

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Desejamos que em 2014

O desemprego se torne cada dia mais raro, por que o homem precisa de trabalho não de cesta básica ou benefícios de desempregado.

As pessoas comecem a pensar mais na sua saúde, por que ela pode falhar caso nao cuidemos com carinho.

As pessoas comecem a poupar um pouco do seu salário para poder conquistar seus desejos.

As pessoas parem definitivamente com a violencia, pois isso nao leva a nada, só nos leva para a prisão e a infelicidade eterna dos envolvidos.

As pessoas deixem de votar definitivamente, até que esses governantes comecem a sentir na pele que estamos desgostosos com todos os ladrões impostos em cada eleição.

As pessoas pensem cada dia mais no próximo, pois não podemos ser felizes se as pessoas ao nosso lado estiverem sofrendo.

As pessoas realizem seus sonhos, por que este mundo só terá sentido dessa forma.

O governo comece a pensar na educaçao, na fome, na segurança, na moradia, na saúde e no desemprego, pois assim nós brasileiros poderemos render muitos mais impostos para os cofres públicos.

Alem disso, que o governo nunca cometa a injustiça de desapropriar uma familia, sem que pague o valor justo de mercado pela casa daquele cidadão que paga seus impostos, o nome disso é roubo, o governo este ano cometeu inúmeras injustiças e ninguem fez nada pra ajudar essas familias que ficaram desabrigadas, sem dinheiro,para comprar uma asa nova.

E a selecão brasileira de futebol ? Se der tempo, desejo que ela seja campeã, mas só se der tempo de resolvermos as prioridades, pois o povo não vive de futebol, só o governo.

Feliz 2014 e que Deus esteja conosco mais e mais, nos dando saúde, paz, felicidade e prosperidade.

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